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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A estética do sofrimento


domingo, 30 de agosto de 2009

O Bom e Louco Som de Nicolas Krassik e os Cordestinos

É sempre bom "tietar" um pouquinho!!!!
Ao som deles...

Questiono-me: como nunca escutei antes?

Advirto a mim mesma, nesta condição de apetite sobre os conhecimentos que entram em sintonia com as batidas do coração: “dádiva” tem o seu tempo e o seu momento.
Elas não vão acontecer sem que estejamos preparados ou receptivos, muito menos se ficamos acomodados ou inconscientes das oportunidades.

Com todo o prazer, esta ocasião veio ao meu encontro; pessoalmente assisti à apresentação do Nicolas Krassik e os Cordestinos.

Nicolas é um Frances que se encantou com os gingados brasileiros. No palco em meio à concentração, viagem particular e harmonia entre os músicos, ele até arrisca num “ritmo tímido”; alguns passinhos de samba e forró. Coisa mais linda!

E com todo respeito a este trabalho, posto um pouco a sua trajetória e algumas fotos que encontrei.

O violinista Nicolas Krassik, 40 anos, radicado no Brasil, descobriu a música brasileira em eventos realizados em Paris. Chegando ao Rio de Janeiro, em setembro de 2001, teve imediato contato com o Samba, o Choro, o Forró, no bairro da Lapa, tocando com grandes artistas brasileiros. Foi a sua forte e natural identificação com a cultura brasileira que fez com que Nicolas decidisse ficar no Brasil.
Nicolas Krassik é formado em música erudita pelo Conservatoire National de Region d'Aubervilliers-la Courneuve, e em Jazz pelo C.I.M. (Centre de Fomation Musicale de Paris). Acompanhou o pianista Michel Petrucciani em turnês internacionais (incluindo o Festival de Montreux), com o qual gravou o CD "Marvellous" em 1994. Também gravou um CD com a Orquestra de Violino Jazz do violinista francês Didier Lockwood, diretor da escola onde Nicolas foi professor no Curso de Improvisação. Participou de gravações de trilhas sonoras para
Cinema e TV, e de CDs com diversos artistas europeus.
Sua atuação no cenário musical
carioca logo resultou em diversos convites para participações: -no Cd “Nome Sagrado”e DVD “A madrinha do Samba” da cantora Beth Carvalho -no CD de Argemiro Patrocínio, da Velha Guarda da Portela produzido por Marisa Monte e Paulão ‘7 cordas’ -no CD “Café Brasil II” do grupo Época de Ouro -nos Cds da Marisa Monte “Infinito particular” e “Universo ao meu redor”
Ele já tocou com artistas consagrados como:
Yamandú Costa, Beth Carvalho, João Bosco, Marisa Monte, Marco Pereira, Paulo Sérgio Santos, Henrique Cazes, Zé Carlos Bigorna, Hamilton de Holanda, Carlos Malta, Chico Chagas, Maria Teresa Madeira, Zé da Velha, Silvério Pontes, entre outros.
Depois do sucesso do seu primeiro CD “Na Lapa”, Nicolas está lançando o segundo, CD chamado Caçuá, uma mistura de Choro, Samba e
Baião.
Nicolas Krassik foi capa do Segundo Caderno do Jornal O Globo, destaque na Revista Veja e foi uma das atrações do Programa do
Jô Soares (TV Globo) e do Programa Conversa Afinada (TVE), entre outros Nicolas se apresenta, entre outras formações, com seu Trio com Nando Duarte {violão de 7 cordas) e João Hermeto {percussão). [fonte: Wikipédia]

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Expressão, barbárie e autenticidade





A imagem construída com inteligência ajuda na comunicação com o outro. Passar confiança não é uma questão apenas de vaidade, mas de sobrevivência. Estas afirmações feitas por Constanza Pascolato, empresária e consultora de moda, podem explicar a força da identidade visual na história de Lampião e sua companheira Maria Bonita.
Ambos se tornaram mitos em todo o nordeste brasileiro ao misturar riqueza, extravagância e barbárie, lançando no país o banditismo de ostentação, em que o enfeite e o ornamento dão destaque particular aos crimes.
Para Lampião vestir-se bem era essencial para triunfar. Ele foi o primeiro cangaceiro a cuidar de sua imagem, aí reside a sua originalidade, sempre muito extravagante, com roupas de cores berrantes, chapéus imensos, enfeitados com anéis e medalhas, colares e broches.
Lampião e seus cangaceiros lançaram a sua própria moda, criando um dos visuais brasileiros de maior expressão e autenticidade.

Nasce uma "Paixão Platônica"


Tudo começou com o seriado "Capitu" na Rede Globo; da obra de Machado de Assis, com direção geral de Luis Fernando Carvalho. Um espetáculo, certo? A série transporta Machado para o século 21, com uma linguagem jovem e contemporânea!
Não menosprezando a minissérie, mas dentre os vários aspectos, o que me despertou atenção foi a atuação do ator Michel Melamed; tanta verdade na representação, "apaixonante"!
Com longa estrada no teatro, poeta, diretor teatral, autor teatral, ator, performer e apresentador de televisão, tem uma carga cultural respeitável: digno de admiração!!!!!! E eu deixo aqui o que poderia chamar de "paixão platônica"....

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

"Romance" Por Guel Arraes







Dois jovens atores se apaixonam durante a montagem teatral do romance Tristão e Isolda. Ao mesmo tempo em que recriam a história deste casal mítico que está na origem de todos os casais românticos, eles tentam descobrir para si próprios uma nova forma de se relacionar, menos trágica e mais livre, porém carregada da mesma emoção. Ao narrar o romance contemporâneo tendo pano de fundo Tristão e Isolda, ROMANCE é uma história de amor e uma história sobre o amor.

Muito gostoso de assistir, com a música de Caetano Veloso "Nosso estranho amor" fica ainda mais encantador.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Cultura, raízes, inspiração






Trata-se de adentrar ao mundo que nos pertence, não de se manter apenas nele, nem se alimentar só do efêmero e novo. Extrair, rebuscar, reviver, somar, enaltecer as tradições, conhecendo no todo a nossa identidade, os verdadeiros valores...